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Linhas de Pesquisa

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGUÍSTICA APLICADA
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:
Práticas e Teorias no Ensino-Aprendizagem de Línguas
LINHA DE PESQUISA 1
Processos Formativos de Professores e Aprendizes de Línguas
LINHA DE PESQUISA 2
Língua e Cultura na Competência Comunicativa
Prof. Augusto César Luitgards M. Filho
(2006-Atual)
A formação de aprendizes: teoria e empiria.
Prof. José Carlos Almeida Filho
(2010-Atual)
História do ensino de línguas e formação de professoresProfa. Magali Barçante Alvarenga
(2009 – Atual) Aquilatando as Manifestações da Competência Lingüístico-Comunicativa em Língua Estrangeira (Inglês) de Aprendizes Tecnólogos.

Profa.Mariana Rosa Mastrella de Andrade
Profa.Vanessa Borges de Almeida
Prof.Yuki Mukai
Prof. Enrique Huelva Unternbäumen
(2007-Atual)
Roteiros culturais (cultural scripts) em processos de aquisição/aprendizagem de línguas.
(2009-2010) Modelos de entonação do espanhol e do português para o ensino de línguas.Profª. Lucia Maria de Assunção Barbosa
(2010-Atual) 
Interfaces (inter)culturais no ensino e aprendizagem de línguaProfa. Maria da Glória Magalhães Reis
(2010-Atual) A questão da oralidade no ensino de Língua Estrangeira

DESCRIÇÃO DA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO
(Práticas e teorias no ensino-aprendizagem de línguas)

Considerando que o objeto natural da Área são os processos interdependentes de ensinar e aprender línguas(s), as tarefas primordiais dos pesquisadores nela atuantes serão a descrição dos elementos que compoem esse processo e seu funcionamento em condições reais nos contextos brasileiros dentro e fora da escola e da Universidade. A ênfase da linha recai sobre a explicitação da teoria informal dos agentes envolvidos e suas implicações para o processo formativo de alunos, professores e terceiros, como pais de alunos, coordenadores, diretores, autores de material didático, entre outros.

DESCRIÇÃO DAS LINHAS DE PESQUISA

LINHA DE PESQUISA 1 (Processos Formativos de Professores e Aprendizes de Línguas)
A linha cataliza projetos voltados para a descrição da estrutura e funcionamento dos processos interdependentes de aprender e ensinar língua(s) na relevância especifica para a formação dos agentes envolvidos. É recomendável a consulta aos projetos dos docentes nesta linha.

LINHA DE PESQUISA 2 (Língua e Cultura na Competência Comunicativa)
Descrição e conceituação teórica das diferentes formas de interrelação e interdependência entre o conhecimento lingüístico e o conhecimento cultural, especialmente em relação à sua relevância no processo e construção da competência comunicativa na nova língua. Os mestrandos e candidatos ao programa devem buscar informações sobre os projetos dos docentes vinculados a esta linha.

DESCRIÇÃO DOS PROJETOS DA LINHA 1

Prof Augusto Cesar L. Filho
Projeto: A formação de aprendizes: teoria e empiria

Descrição: O objetivo do projeto é investigar os intervenientes do processo de aprendizagem de línguas, a fim de reconhecê-los por meio de conceitos e relações numa construção teórica coesa e, por fim, evidenciar o papel desses intervenientes em situações de aquisição/aprendizagem de línguas em contextos reais de ensino. Nesse sentido, serão investigados, entre outros aspectos, as bases de conhecimento relativas ao “bom aprendiz de línguas”, aos estilos e às estratégias de aprendizagem e à autonomia na aprendizagem de língua(s).Iluminarão as pesquisas os referenciais metodológicos de orientação qualitativa explicitados, por exemplo, em Bogdan e Biklen (1998), Denzin e Lincoln (2006) e Freebody (2003). O objetivo final será refinar teoria para iluminar inserções na vida real das escolas onde se aprendem línguas, visando à melhoria da qualidade de aprendizagem no País.

Prof. José Carlos P. Almeida Filho

Projeto: História do ensino de línguas e formação de professores
Descrição: O projeto de pesquisa que ora se apresenta visa investigar como se construiu e como se pode periodizar a evolução do ensino de línguas no Brasil desde o período colonial até nossos dias. Estão em jogo desde logo o que significa a etiqueta História do Ensino de Línguas no Brasil (HELB, daqui por diante) e sua relação com História Geral do Brasil e conceitos importantes como métodos e abordagens, focalizados em pesquisas anteriores coordenadas por mim, José Carlos Paes de Almeida Filho.

Profª. Magali Barçante
Projeto:Aquilatando as Manifestações da Competência Lingüístico-Comunicativa em Língua Estrangeira (Inglês) de Aprendizes Tecnólogos
Descrição:
Apesar da urgência de se discutir o ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras (inglês) em contextos de educação superior tecnológica, pouca pesquisa na área da Lingüística Aplicada tem sido realizada sobre esse contexto específico. Não há ainda, por conta disso, um perfil desejável proposto como meta de competência lingüístico-comunicativa (ALMEIDA FILHO, 1993; ALVARENGA, 1999; TEIXEIRA DA SILVA, 2000; FRANCO e ALVARENGA, 2005/2006) dos futuros tecnólogos, principalmente porque sua área de atuação profissional apresenta uma ampla gama de oportunidades tais como Comércio Exterior, Secretariado Executivo, Análise de Sistemas, Gestão Empresarial, Logística e Transportes, Indústria Têxtil, entre outros (ver http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/).
Por conta desse cenário, algumas iniciativas vêm sendo tomadas, tais como a realização do I Congresso Brasileiro de Línguas Estrangeiras na Formação Tecnológica e a edição especial da Revista Reverte (ver www.fatecid.com.br/cbtecle) que buscam reunir as inquietações e proposições iniciais para a área. Dentre as muitas questões urgentes que se colocam para a pauta das discussões, podemos destacar três: (1) Que tipo de ensino atenderia as especificidades da formação tecnológica? (2) Seria factível e desejável a proposta de se ensinar comunicação através de conteúdos com foco no conhecimento e nas práticas profissionais marcadas por tecnologização na sociedade e nos recursos de ensino? (ALMEIDA FILHO, 2008). (3) Como contribuir enquanto formadores para o desenvolvimento de uma competência na língua-alvo (Inglês) nos cursos de tecnologia?
Concordamos com Ramos (2008), ao propor uma reflexão sobre as particularidades de um ensino voltado para um público específico dos contextos tecnológicos, o que denominamos Língua para Fins Específicos (LiFE) ou English for Specific Purposes (ESP) na nomenclatura de língua inglesa. A autora discute o escopo do ensino para fins específicos, ao comparar as particularidades de um curso para controladores de tráfego aéreo, no qual o conteúdo pode ser facilmente identificado, a um curso sobre negócios internacionais, para o qual as especificidades precisam ser melhor calibradas.
Um possível caminho para se entender melhor essas questões de nosso tempo seria o mapeamento das necessidades de uso de LE (inglês) que se apresentam para os tecnólogos no exercício da profissão para, com base nos dados obtidos, fazer dialogar, sem perder de vista a perspectiva educativa do processo de ensinar línguas, a instituição formadora e o mercado de trabalho. Nesse trilhar dialógico, torna-se urgente refletirmos sobre quais são as necessidades das instituições formadoras e dos alunos e quais as que têm sido apresentadas pela área tecnológica. Insistimos, portanto, no viés educacional desse diálogo, uma vez que entendemos que o conceito de necessidade deve estar atrelado a uma dimensão que extrapola necessidades locais imediatas.

Outros professores também participam como membros pesquisadores de grupos de pesquisa no Diretório:

– Grupo de Pesquisa: Aprendizagem de Línguas Estrangeiras 
Coordenação: Profa. Dra. Deise Prina Dutra; Vera Lucia Menezes de Oliveira e Paiva
Instituição: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
Pesquisador do PGLA integrante do Grupo: Magali Barçante Alvarenga

– Grupo de Pesquisa: Ensino e Aprendizagem de Língua Estrangeira: Crenças, Construtos e Competências 
Coordenação: Prof. Dr. Douglas Altamiro Consolo ; Solange Aranha
Instituição: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP
Pesquisador do PGLA integrante do Grupo: Magali Barçante Alvarenga

Profa.Mariana Rosa Mastrela de Andrade
Quem pode aprender, quem pode ensinar? A construção de identidade(s) em contextos de ensino/aprendizagem de língua estrangeira
.
A pesquisa com foco em identidades tem ganhado grande espaço no campo da Linguística Aplicada hoje, especialmente devido à própria forma com o termo é concebido. Pensar em identidade atualmente implica em deslocar a ênfase sobre a descrição de sujeitos, enfocando-a sobre a ideia de tornar-se, uma concepção que envolve movimento e transformação a partir de uma noção de linguagem que opera e realiza o que se diz. Assim é que pensar sobre a construção de identidades no processo de ensinar e aprender uma nova língua, língua estrangeira (LE), ganha importância à medida que língua não é apenas sistema linguístico de signos e símbolos, mas também prática social complexa, de atribuição de valor e significado a quem fala. As atribuições de valor e de significado têm a ver com a forma como os falantes e, no caso, os aprendizes, se identificam e são identificados enquanto sujeitos e participantes em um determinado contexto de interação, resultando sempre em acessos ou embargos, oportunidades ou exclusões. A língua estrangeira, enquanto tal, também tem um papel ativo na contínua produção das identidades dos aprendizes, especialmente quando identidade é entendida como relação, não como característica fixa ou naturalmente dada. Enfocar a identidade dos sujeitos participantes no processo de ensino/aprendizagem de inglês como LE é importante pelo fato de tal enfoque possibilitar um maior acesso ao tipo de relações sociais que se estabelecem nos contextos formais de ensino, isto é, na sala de aula, bem como aos discursos que posicionam o sujeitos e as interações que constroem e (re)negociam identidades, se constituindo enquanto conflitantes. Além disso, considero que tratar da identidade dos sujeitos da aprendizagem (aprendizes e professores) é também apropriado por permitir que lidemos com questões individuais e sociais de forma mais equilibrada, não dissociando o sujeito de seu contexto, não fazendo dicotomias entre fatores individuais/ psicológicos e sociais, mas reconhecendo-os.

 Profa.Vanessa Borges de Almeida
Questões de avaliação de proficiência e rendimento para (futuros) professores.

A formação do professor de língua estrangeira constitui crucial problemática para a oferta de ensino de LE de qualidade na escola regular. Tendo em vista a tão heterogênea oferta de cursos de licenciatura em termos de exigências e requisitos mínimos para os formandos, começou-se a pensar na necessidade de estabelecer parâmetros para a atuação profissional na docência regular com vistas a dar suporte a ações públicas de certificação profissional docente, de forma a assegurar que o professor de LE tenha os aparatos linguístico-comunicativos para lecionar a LE por meio da LE. Dessa forma, este projeto pretende investigar possíveis instrumentos de avaliação de proficiência em língua inglesa específicos para (futuros) professores, principalmente no que concerne a habilidades orais integradas. Algumas questões que trazem inquietações e estimulam tal projeto são o domínio de uso da língua para o professor e a validade de instrumentos para a avaliação de proficiência face-a-face e mediada por tecnologia. Tais questões pedem investigações qualitativas (de cunho etnográfico) e quantitativas. Este projeto está vinculado ao grupo de pesquisa Ensino e Aprendizagem de Línguas Estrangeiras, Crenças, Construtos e Competências (ENAPLE-CCC) e ao projeto Exame de Proficiência para Professores de Língua Estrangeira (EPPLE): Definição de Construto, Tarefas e Parâmetros para Avaliação em Contextos Brasileiros, coordenados pelos professores Dr. Douglas Altamiro Consolo (UNESP São José do Rio Preto) e Vera Lúcia Teixeira da Silva (UERJ / ISAT).

Exame de Proficiência para Professores de Língua Estrangeira (EPPLE): definição de Construto, Tarefas e Parâmetros para Avaliação em Contextos Brasileiros.
Este projeto de pesquisa trata da questão da proficiência lingüística em língua estrangeira (LE) de professores de línguas, em contextos de formação de professores no Brasil. O trabalho focaliza a reflexão, a partir de subsídios teóricos e experimentais, de dados que possibilitem a definição de aspectos da linguagem a serem considerados no estabelecimento de parâmetros dessa proficiência, com a finalidade de elaboração e implementação de um exame para fins específicos, denominado Exame de Proficiência para Professores de Línguas Estrangeiras. Procurar-se-á estabelecer, com bases nesses aspectos da linguagem e características da competência lingüístico-comunicativa nesse domínio lingüístico específico, critérios para a caracterização da PL desses professores, em contextos de ensino de LE no cenário brasileiro. Objetiva-se delinear, neste projeto, a partir dos dados disponíveis de projetos anteriores (CONSOLO, 2001, 2003, 2005b) e de outros a serem coletados, em contextos considerados relativamente representativos da realidade de parte dos cursos de Licenciatura em Letras no Brasil, bem como da atuação de professores egressos desses cursos, as especificações de um instrumento de avaliação da PL do professor de LE, bem como elaborar um exame válido e confiável para esses (futuros) professores, principalmente no Brasil. Embora existam diversos exames que visam a avaliar a proficiência de seus candidatos em línguas estrangeiras (LES), não existe, até o momento, nenhum exame de proficiência lingüística desenvolvido e amplamente utilizado especificamente para professores de LES. Somam-se ainda aos dados deste projeto resultados de estudos desenvolvidos no Projeto Teletandem Brasil: línguas estrangeiras para todos (UNESP & FAPESP), quanto às características e a qualidade da linguagem produzida em interações teletandem, por alunos em formação pré-serviço na área de Letras, e ainda sobre reflexões quanto à avaliação em meios eletrônicos.

Prof.Yuki Mukai
Projeto: Construção de crenças dos alunos de língua japonesa em relação às partículas wa e ga
Descrição: Esta pesquisa tem como objetivo investigar e identificar as crenças dos alunos de língua japonesa em relação às noções/conhecimentos metacognitivos das partículas gramaticais wa e ga, que funcionam como pospocionais. Como foi revelado em minha tese de doutorado (2009), de maneira geral, os alunos utilizam adequadamente as partículas em questão, mas o uso é restrito em termos sintáticos e morfológicos. Isso significa que os alunos haviam aprendido as funções dessas partículas apenas parcialmente, ou seja, eles sabem empregar as partículas wa e ga limitadas a certas funções. As prováveis causas desse fenômeno se devem ao livro didático adotado pelo curso, à didática dos professores, e supostamente às crenças dos alunos e dos professores, formadas ao longo do ensino-aprendizagem de língua japonesa. Dentro desse contexto, as perguntas que norteiam esta pesquisa são: com relação às funções das partículas wa e ga, quais noções os alunos (do nível intermediário de japonês como LE) possuem? Como eles constroem essas noções no processo de aprendizagem? Quais fatores sócio-contextuais se envolvem na construção de crenças? A coleta de dados será feita através de questionários fechados e abertos, narrativas escritas e entrevistas individuais semiestruturada. Os dados serão analisados qualitativamente, dado que a presente pesquisa de cunho interpretativista é um estudo de caso. O objetivo final deste trabalho será contribuir para a elucidação de uma parte do processo de aprendizagem de japonês como LE, além da melhoria e desenvolvimento da metodologia de ensino do mesmo idioma como LE, mais especificamente das partículas wa e ga.

Prof.Yuki Mukai
Projeto: Crenças e necessidades de aprendizes brasileiros e portugueses de japonês como LE (Língua Estrangeira) a respeito da habilidade da escrita e materiais didáticos.
Descrição:
O presente projeto investiga as crenças e necessidades de estudantes universitários brasileiros e portugueses de Japonês como LE (doravante JLE), no concernente à habilidade da escrita e materiais didáticos voltados a tal competência. Convém mencionar que Barcelos (2007) critica que a maioria dos estudos feitos sobre crenças é voltada para professores e alunos de língua inglesa, ressaltando, ainda, que esses estudos deveriam focalizar as mais específicas. Neste trabalho, conforme Barcelos (2006, 2007), concebem-se crenças como interativas e socialmente co-construídas a partir das nossas experiências anteriores e presentes, sendo ininterruptamente configuradas com base na ação, interação e adaptação dos indivíduos a seus contextos específicos. Já o ato da escrita se refere não somente à habilidade de transcrever (a mão ou por digitação) utilizando-se os três sistemas gráficos da língua japonesa: hiragana (fonograma próprio da língua japonesa), katakana (fonograma usado para palavras de origem estrangeira) e kanji (ideogramas chineses), mas também à habilidade de redigir levando em consideração o contexto. Ou seja, compreende, também, a competência sociolinguística, considerando a comunicação, o leitor e os meios envolvidos (Yui, 2005). Como pesquisa-piloto sobre o tema em questão, realizei, em 2011, uma pesquisa de abordagem mista (quantitativa e qualitativa) com questionários escritos e entrevistas aplicados aos alunos de japonês do nível intermediário do Curso de Letras-Japonês de uma universidade federal do Distrito Federal. Os participantes do presente projeto serão estudantes universitários de JLE cuja língua materna é o português, mais especificamente alunos de uma universidade federal do Distrito Federal e de uma universidade portuguesa. Para a coleta de dados, os seguintes instrumentos serão utilizados: questionários escritos, observações de aula com notas de campo e entrevistas individuais semiestruturadas. Os dados serão analisados qualitativamente. Os objetivos específicos da presente pesquisa são: a) investigar e identificar as crenças e necessidades de estudantes universitários brasileiros e portugueses de JLE em relação à escrita; b) investigar e identificar as crenças e necessidades desses alunos em relação aos materiais didáticos voltados à escrita da língua japonesa; c) a partir destes, compreender as condutas atuais dos alunos; d) comparar e analisar os resultados obtidos (conforme o nível dos cursos e/ou o país) com o intuito de desenvolver materiais didáticos voltados à escrita da língua japonesa, tomando como base as crenças e necessidades desses estudantes cuja língua materna é o português.

DESCRIÇÃO DOS PROJETOS DA LINHA 2

Prof. Enrique Huelva
Projeto: Roteiros culturais (cultural scripts) em processos de aquisição/aprendizagem de línguas.
Descrição:
O presente projeto tem como objetivo geral contribuir para uma descrição contrastiva e sistemática de roteiros culturais (cultural scripts) e de estruturas conceituais subjacentes aos mesmos, assim como de refletir sobre aspectos relacionados com a sua aquisição/aprendizagem.

Projeto: Modelos de entonação do espanhol e do português para o ensino de línguas.
Descrição:O ensino de espanhol como língua estrangeira no Brasil é um desafio que também deve incitar a comunidade acadêmica do nosso país. Neste projeto pretende-se abordar um dos temas menos trabalhados na área: o ensino da pronúncia e, especificamente, a entonação como fator chave de pronúncia. Com os resultados da investigação pretendemos elaborar uma série de orientações didáticas que permitam aperfeiçoar o ensino da pronúncia do espanhol no Brasil e abrir a descrição de entonação do nosso idioma a outras variedades de fala ibero-americanas prestigiosas (como o espanhol caribenho, em primeiro lugar). Prevemos a elaboração de diversos artigos científicos que difundirão tanto a investigação em si (primeiro ano) como seus resultados (segundo ano) e sua publicação em revistas internacionais; também, a publicação de um informe final da investigação, com o formato de um livro co-editado pelas universidades de Brasília e Barcelona. Esperamos poder complementar estes meios de difusão com uma formação de professores de espanhol para brasileiros, tanto na Espanha como no Brasil. Por outra parte, nossa equipe de investigação leva mais de quinze anos produzindo teorias sobre didática da pronúncia e análises da entonação, com este projeto, pretendemos oferecer nossos protocolos e nossa metodologia aos colegas ibero-americanos que pediram nossa colaboração para iniciar grupos de pesquisa nesta área. Além disso, a partir dos próprios resultados da investigação concreta abordada por este projeto, haverá prioritariamente, a criação de grupos de investigação autônomos, formados nas metodologias e nas abordagens teóricas que desenvolvemos em nosso projeto com o objetivo de oferecer-los e difundir-los aos nossos colegas ibero-americanos, posto que se trata de uma obrigação.

Profª. Lucia Maria de Assunção Barbosa
Projeto: Interfaces (inter)culturais no ensino e aprendizagem de língua
Descrição: O projeto busca investigar as dimensões (inter)culturais que circulam, de forma implícita e explícita, em diferentes contextos de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, fazem parte desta linha de pesquisa estudos concernentes a, por exemplo, estereótipos, usos sociais da língua, proxêmica, materiais didáticos, competências (inter)culturais, lexicultura e outros a estes relacionados.

Profª. Maria da Glória Magalhães Reis
Projeto: A questão da oralidade no ensino de Língua Estrangeira

Descrição: Este projeto visa analisar, estudar e refletir sobre a questão da oralidade no desenvolvimento da competência comunicativa em língua estrangeira. O conceito de oralidade adotado tem como ponto de partida o sentido proposto por Henri Meschonnic. (MESCHONNIC, 1982) do qual os conceitos de discurso, subjetividade e ritmo não podem ser separados. Para a presente investigação, tomamos textos que podem ser dramáticos, literários, poéticos ou outros com o intuito de dar-lhes uma voz, um gesto, um corpo por meio de jogos e improvisações. Como metodologia, adotamos os conceitos da pesquisa-ação (BARBIER, 2007), na qual, a coleta dados é feita através de narrativas de alunos, diários de itinerância, notas de campo e gravações em vídeo e a sua respectiva análise é efetuada segundo procedimentos da análise qualitativa. A aplicação da pesquisa pode dar-se no campo da exploração de documentos autênticos aproveitando deles toda a sua possibilidade de estímulo à produção oral, no desenvolvimento de atividades que propiciem a expressão espontânea e original, na análise de materiais e manuais no sentido de verificar sua potencialidade de desenvolvimento da competência comunicativa.

 

One comment

  1. Edilene Marques Gomes da Conceição

    Fui convidada a lecionar inglês para a terceira idade e tenho observado a escassez de material didático especifico para este publico.
    Tenho adaptado minha experiencia no ensino de LE com crianças visto que algumas limitações cognitivas são comparáveis.
    Me interesso em pesquisar sobre o assunto didática e/ou material didático no ensino de LE para a terceira idade.
    Gostaria de saber como faço para saber se haverá oferta de programa de pesquisa para o segundo semestre de 2016 ou primeiro semestre de 2017.
    Acredito que meu projeto se encaixa nas linhas das: Profa. Mariana Rosa Mastrela de Andrade, “Quem pode aprender, quem pode ensinar? A construção de identidade(s) em contextos de ensino/aprendizagem de língua estrangeira.” ou Profa. Lucia Maria de Assunção Barbosa, “Interfaces (inter)culturais no ensino e aprendizagem de língua”
    Obrigada.

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