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ENTREVISTA

Aprender línguas para ser melhor (comunicador, cidadão, profissional, pessoa)

 

A Revista Gestão Educacional trará, num número próximo, uma entrevista conjunta com o Prof. Almeida Filho, do PGLA e a Profa. Rita Barbirato, do Programa de Pós-Graduação em Linguística, da UFSCar sobre o tema da aprendizagem de línguas, sua importância e práticas recomendáveis atualmente.  Leiam o texto que a Revista veiculará como parte da reportagem:

 

– Qual é a importância de se aprender mais uma língua hoje?

  A importância é grande e está crescendo. A era digital aproxima as pessoas, mesmo as que não falam a mesma língua. É preciso fazer algo para que essa comunicação aconteça numa das línguas ou nas duas quando for o caso. Países grandes como o Brasil tardam mais a perceber o valor das línguas adquiridas para uso. Mas aprender línguas segue sendo importante para vitaminar chances de trabalho, para nos fazer crescer culturalmente, para viajar pelo mundo, para melhorarmos psicologicamente, para expandirmos nossas chances de relacionamentos, e para estudar em níveis mais altos. A experiência de aprender outra língua e cultura serve muito à reflexão e maior compreensão sobre a própria cultura, contribuindo para o aperfeiçoamento de cidadãos. O processo de aprendizagem de uma língua, quando bem sucedido, muda a visão de mundo e o agir das pessoas.

– Quais práticas a escola e o professor podem adotar para facilitar esse processo? 

  No Brasil é preciso que a nova língua posta para ser adquirida esteja presente e viva nas salas de aulas. Para isso, os professores precisam se sentir confortáveis no uso do novo idioma ao interagir com os alunos e fazendo com que eles o façam, crescentemente, na língua-alvo por meio de atividades envolventes que façam fluir a língua que faz sempre sentido.  Aprender gramática antes de se soltar na língua é secundário para a aquisição, embora isso tenha seu valor.  Para este cenário de aprendizagem significativa que vislumbramos aqui, é preciso, entre outras coisas, combater a crenças de que não se aprendem línguas na escola e investir fortemente na formação inicial e continuada de qualidade dos professores. Essa formação deveria contribuir para que professores proficientes na língua sejam igualmente capazes de refletir sobre suas próprias práticas de maneira teoricamente informada e que possam explicar porque ensinam como ensinam. É preciso, ainda, despertar nos aprendizes a motivação para que se tornem também melhores aprendizes antes que possam ser pessoas melhores e mais felizes.

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